domingo, março 11, 2007
À espera de um milagre...
Como se conquista o sorriso da única flor das redondezas?
(o momento filosófico do dia foi patrocinado pela própria flor, que talvez não o saiba)
-----------------------------------
Daqui a uns dias, back to Porto City.
Preparem armas, bagagens e francesinhas. Sr. Daniel, talvez nos encontremos no aeroporto, de facto, se correr bem: de acordo com o plano, o voo do Sr. atrasa-se, e o meu adianta-se.
SATA vs Lufthansa. Quem ganhará? Aceitam-se apostas. Todos sabemos que a SATA é a mais rápida do mundo. HA HAHA HA HAHA HA!! (riso maléfico)
Adenda: em breve teremos que esclarecer o que é isto do riso maléfico. Há várias versões, e sendo que o blog não tem audio, temos de chegar a consenso...
sábado, março 03, 2007
sexta-feira, março 02, 2007
Ontem coloquei o (meu) primeiro acesso central
numa subclávia. E hoje estou de volta a este blog. Assim é.
Faltam muitos relatórios açoreanos. Hão-de vir, entretanto, creio eu.
Estive no Porto, há dias. Estive em Lisboa, em Coimbra, no Porto, há dias. Uma visita demasiado rápida, talvez, um misto de rápida e demasiado rápida, algures nesse cinzento que nem é uma coisa nem outra.
Assim foi.
Vou jantar, até já.
Faltam muitos relatórios açoreanos. Hão-de vir, entretanto, creio eu.
Estive no Porto, há dias. Estive em Lisboa, em Coimbra, no Porto, há dias. Uma visita demasiado rápida, talvez, um misto de rápida e demasiado rápida, algures nesse cinzento que nem é uma coisa nem outra.
Assim foi.
Vou jantar, até já.
sábado, janeiro 13, 2007
O Relatório Açoreano [1]
Histórias da chegada a uma ilha.
Portanto, dizia eu, cá estou.
Optei por não criar um novo blog dedicado às Ilhas. Por que haveria de ofender o corrente blog, criando outro? Surge assim o Relatório Açoreano, uma espécie de magazine dedicada a uma gota de água no meio de muitas mais no Atlântico.
Vejo o mar todos os dias. O mar está sempre por cá, sempre. Faz sempre parte da paisagem, e nunca está longe. Perto de tudo, o verde agita-se com a brisa, com a chuva, com os raios de sol, serve de tenro alimento às vaquinhas na forma de erva, armazenamento da energia dos raios de sol que, entre uma nuvem e outra, chegam à terra vulcânica.
A terra é indiscutivelmente vulcânica, de um negro forte, mas suave porque foi criado da ira do fogo subterrâneo. E o som da terra, na voz dos habitantes locais, fala com pronúncia vulcânica.
Tudo isto sem me ter ainda ousado aventurar nesta ilha. Dia a dia, assim. Que ilhas são estas?
quinta-feira, janeiro 04, 2007
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Touch the Azorean Spirit

A caminho de mais uma daquelas histórias.
Esta escreve-se, para já, em "Açoreano", e vai ser impulsionada por um A320.
A um belo começo, espero, pelo menos, corresponder com um belo final. Mas, como já alguém antes tinha dito, e outros, mais no passado, começaram por dizer, o que interessa é partir, e não chegar.
Vamos lá, as ilhas esperam-me, gotas de água no meio do oceano imenso.
Não saiam do sítio, daqui a pouco estou aí, e aqui.
terça-feira, dezembro 12, 2006
sexta-feira, dezembro 08, 2006
Climbin'up the Mountain
Climbin’ up d’ mountain, children
Didn’t come here to stay
And if I nevermore see you again
Gonna meet you at de judgment day
Hebrew in de fiery furnace
And dey begin to pray
And de good Lawd smote dat fire out
Oh, wasn’t dat a mighty day!
Good Lord, wasn’t dat a mighty day!
Daniel went in de lions den
And he begin to pray
And de angels of de Lawd locked de lion’s jaw
Oh, wasn’t dat a mighty day!
Good Lord, wasn’t dat a mighty day!
Didn’t come here to stay
And if I nevermore see you again
Gonna meet you at de judgment day
Hebrew in de fiery furnace
And dey begin to pray
And de good Lawd smote dat fire out
Oh, wasn’t dat a mighty day!
Good Lord, wasn’t dat a mighty day!
Daniel went in de lions den
And he begin to pray
And de angels of de Lawd locked de lion’s jaw
Oh, wasn’t dat a mighty day!
Good Lord, wasn’t dat a mighty day!
quarta-feira, novembro 22, 2006
On the brink of departure
On the brink of departure contemplo as folhas à minha frente. Já não estão estéreis, as folhas. Há já muito que o bloco foi pela primeira vez invadido,
invadido pela tinta da caneta
- eh lá!
que a tinta, da caneta,
- eh lá!
a tinta que teima em passar para o outro lado da folha,
- ora bolas!
a pensar eu, a pensar, que espero que não me tirem nunca esta coisa, o pensar, porém porventura raciocinar, que não havia outro lado da folha, que a tinta não podia passar para o verso,
o verso
- eh lá!
o verso que teimava a querer ser outro lado e eu, que nada podia fazer, eu espantado pelo facto de o verso poder ser outro lado, quando pensei que o papel com letras, com palavras, era, é vida, e, portanto, como pode a vida ter outro lado
- ora bolas!
outro lado que não este que contemplo aqui, que tento ver, mas é inútil, inútil, porque não consigo ver para o outro lado do papel, que não há luz que chegue, só a tinta,
a tinta da caneta
só a tinta da caneta a passar para o outro lado, a chegar ao verso, eu a tentar chegar ao verso, eu inútil, a caneta inútil, porque então,
e digo-vos eu,
pudessem as folhas contemplar-me volta e não veriam o outro lado, o verso de mim, porque não tenho tinta de caneta,
e porque não sei, de facto,
onde está o outro lado, o meu outro lado.
sábado, novembro 18, 2006
Interrompemos a Programação Actual (#8)
Para uma pequena previsão daquela que poderá ser a melhor piada do mundo.
Pois sim, cá está ela.
A melhor piada do mundo. Ou não. E digo mais: ou não.
Ou talvez sim.
Damn!
terça-feira, novembro 14, 2006
online

Quase finalmente, oficialmente lançada. (Quase).
Poderia ter ficado tecnicamente muito mais avançada, mas espera-se que agrade.
http://www.grupoimagehealth.com
Aberto a críticas, mesmo para aqueles que já viram, dado que a saga há muito que se prolonga.
Repito, quase, quase (ainda tenho que resolver pormenores nos próximos dias).
Brumas
domingo, novembro 05, 2006
Lisboa - Paris - Genebra - Lisboa
... aqui vou eu. Férias, férias. At last we meet again.
Depois de uma breve passagem pela Capital do Império, sigo para outros destinos na Europa.
23, Nov - Visita ao Sr Gonçalo, Paris, La France;
28, Nov - Visita ao Sr Daniel, Genève, Rep Helvética;
03, Dez - Regresso a território nacional.
Sôr Instrutor Daniel, vá preparando equipamento para esquiar (!). Presumo que tenhamos novamente de o requisitar....
Cheers!
quinta-feira, novembro 02, 2006
2350 anos, 3 dias e umas horas depois...

Afinal, após várias limpezas arqueológicas por peritos de elevadíssimo gabarito, e graças ao desgaste de 3566 Scotch-Brite, eis que se revelou, debaixo de espessa camada de pó - os Macedónios usavam pouco o aspirador porque ainda não tinham inventado a tomada eléctrica -, a verdadeira face de Alexandre, o Grande Chinês.
Caiu por terra, após séculos de ilusão, toda a história sobre Alexandre que foi até hoje aceite como verdadeira. Alexandre era na verdade fotógrafo para o jornal local, algures na Macedónia, numa terra, pensa-se, chamada Tremoçal de Abrunhos, como a congénere portuguesa.
A História prega interessantes partidas.
--------------------------------------------------------------------------------------
Gostaste deste momento cultural? Sim, falo contigo jovem!
Não percas, então, o próximo programa do Clube Abacate, o outro programa ainda melhor que o Clube Morangos, que, esse, é para meninas!
segunda-feira, outubro 16, 2006
Life can be more colorful
Talvez tenhamos de ser nós a pintar, a vida. Pois sim.
Até os daltónicos pintam. Pois claro.
Difícil, é acertar os tons. Evidentemente.
Ou, é a vida que nos pinta? Devia ser 'pinte por números'.
E mais: há duas noites dormi com um rato.
Isto não vem na sequência do que está acima.
Estou a perder a sequência deste blog.
terça-feira, outubro 10, 2006
Um Homem e o seu Comboio
... ou um Homem e as suas Manias.
Já está. A exposição. Inaugurada a 6 de Outubro de 2006. Na FEUP, num Departamento de Engenharia Civil perto de si.
((e)scap(e)). A não perder.
Muito bem, Sr dos Quins! Só fica o apelo: mantenham o raio das máquinas de comida a funcionar ao fim de semana!! Afinal, que raio de faculdade é essa?
Não estava a lavar roupa

mas poderia ter estado. Vendo bem, talvez não.
Apesar da frase inicial fácil e estúpida - sobretudo isso - e que foi a que me veio à cabeça, lamenta-se o facto de o dono e senhor deste blog - huá huá huá!! (riso maléfico) - estar atafulhado em trabalho; entre outras coisas, que, essas, não se lamentam :)
Regresso lento, portanto.
Até já.
sábado, setembro 30, 2006
Interrompemos a Programação Actual (#7)

... para informar da verdadeira razão que trouxe o Sr. Daniel Rodrigues a terras de Portugal Continental. Ao contrário da crença de muitos, baseada no falso pressuposto de que este viria a Portugal no intuito de cortar o cabelo, afinal a questão do cabelo era de outro.
Informações retiradas do "Envelope 9,9 e 1/2" permitiram retirar o seguinte excerto de uma conversão telefónica entre o Sr. Rodrigues e um indivíduo ainda por identicar; o conteúdo pode considerar-se chocante para alguns leitores mais sensíveis, e por isso aconselhamos a que crianças e adultos verdadeiramente estúpidos não leiam a totalidade desta notícia:
Indivíduo anónimo: "Daniel, tenho comichão na cabeça."
Sr. Rodrigues: "Vou já a caminho."
Chocante, chocante. Mais não valia a pena publicar desta conversação. Sabe-se porém que esta foi a verdadeira razão da vinda do Sr. Rodrigues a Portugal: não o cabelo dele, mas o cabelo de outrém. "Um verdadeiro acto altruísta", comentou Artur Silva, desempregado de 23 anos. Já Nuno Costa Moreira disse "eu acho que um bom shampoo resolvia o problema", e acrescentou "aquele senhor não é o da exposição 'De Tanto Bater'? Malandros, malandros!! "

Sobre o sorriso do indivíduo não identificado na segunda foto, o editor não tece qualquer comentário. Aguardam-se desenvolvimentos desta que parece ser uma nova polémica social, sem que os envolvidos tenham ainda tecido qualquer comentário. A polícia tenta ainda identificar o indivíduo da foto.
Subscrever:
Mensagens (Atom)














